por admin | maio 6, 2025 | Reflexão
- Quanto menos inteligente um homem é, menos misteriosa lhe parece a existência. – Arthur Schopenhauer.
- Existem três classes de homens: amantes da sabedoria, amantes da honra e amantes do lucro. – Platão.
- Você se lembra quem você era antes do mundo te dizer quem você deveria ser? – Charles Bukowski.
- O termômetro do sucesso é apenas a inveja dos descontentes. – Salvador Dali.
- Nenhuma árvore pode crescer até o céu, a menos que suas raízes cheguem até o inferno. – Carl G. Jung.
- Se você deseja manter um segredo, você também precisa escondê-lo de si mesmo. – George Orwell.
- A expectativa é a raiz de todo sofrimento. – William Shakespeare.
- Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade. – Sêneca.
- Não é a morte que um homem deve temer, mas ele deve temer nunca começar a viver. – Marco Aurélio.
- A riqueza não consiste em ter grandes posses, mas em ter poucas necessidades. – Epicteto.
- Eu prefiro a crítica mais afiada de um único homem inteligente que a aprovação irracional das massas. – Johannes Kepler.
- Eles o invejarão por seu sucesso, riqueza, inteligência, aparência, status – mas raramente por sua sabedoria. – Nassim Taleb.
por admin | maio 6, 2025 | Reflexão
Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua pequena fazenda.
Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá.

O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas, pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate.
Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo.
O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o cobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais.
No entanto, à medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia, derrubava-a no chão e ia pisando sobre ela.
Logo, os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que, finalmente, conseguiu sair.
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Algumas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre.
É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença.
Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade.
Afinal, se nos permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções: ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo, ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre.
É importante que, se estamos nos percebendo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir.
Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, nosso Pai Celestial, do qual podemos nos aproximar através da oração.
E a oração é uma poderosa alavanca de que podemos lançar mão a qualquer momento e em qualquer lugar.
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Jesus nos recomendou oração e vigilância.
A vigilância constante pode nos poupar de muitos dissabores, pois quem está atento facilmente percebe a investida de sentimentos perigosos que podem nos infelicitar.
É a chegada silenciosa de uma desilusão, da inveja, do orgulho, da soberba, da solidão e de outros tantos detritos que pesam em nossa economia moral e tendem a nos levar para o abismo.
A oração é recurso precioso que nos permite as forças necessárias para resistir a todas as investidas menos felizes.
Por isso, vale a pena meditar sobre os sábios conselhos do Mestre de Nazaré, pois eles podem nos ser muito úteis na conquista da felicidade que tanto desejamos.
por admin | maio 6, 2025 | Reflexão
Era uma vez um belo jardim com maçãs, laranjas, peras e lindas flores. Tudo era alegria no jardim, com exceção de uma árvore que estava profundamente triste, pois não sabia quem era, nem o que tinha de fazer.
A macieira lhe disse que era muito fácil fazer saborosas maçãs, por que não tentar?
– Não a escute, disse-lhe a roseira, é melhor produzir rosas, não vê como elas são belas?
A árvore confusa, cada vez mais desesperada, tentava tudo o que lhe sugeriam, porém, como não lograva ser como as demais, se sentia cada vez mais frustrada.
Um dia chegou ao jardim uma coruja e ao ver o desespero da árvore confusa, exclamou:
– Não se preocupe, seu problema não é grave, muitos seres sobre a terra o têm, mas é fácil resolver, tão-somente não dedique sua vida para ser como os outros acham que você tem que ser. Seja você mesma, conheça a si mesma e ouça a sua vocação, a sua missão nesta vida.
– Como assim? Ser eu mesma, conhecer-me, vocação, missão? Perguntava a si mesma a árvore confusa, quando de repente uma doce voz ecoou em seu interior:
“- Você jamais dará maças porque você não é uma macieira, nem irá florescer a cada primavera, porque você não é uma roseira. Você é um carvalho, e seu destino é crescer forte e majestoso, o que lhe propiciará dar abrigo aos pássaros, sombra aos viajantes, beleza à paisagem. Essa é a sua vocação!”
A partir desse momento a árvore confusa não se sentiu mais em confusão, ao contrário, se sentiu forte e segura de si mesma e se preparou para ser tudo aquilo para o qual foi criada. E continuou a crescer.
O jardim ficou completamente feliz.
por admin | maio 6, 2025 | Reflexão
Era uma vez uma ilha onde moravam os sentimentos.
Num dia de muita tempestade a ilha toda foi inundada e cada um procurou salvar-se como pode.
O AMOR, no entanto, não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha tão querida. Mas a situação ficou feia e ele começou a se afogar.
Ao ver a RIQUEZA passando em seu luxuoso iate, pediu ajuda: – Não posso levar você, não cabe. Meu barco está cheio de ouro e prata!
Ao ver a VAIDADE passar, também pediu ajuda: -Não posso, você está todo sujo e vai sujar meu barquinho!
Ao ver a TRISTEZA passar, também pediu ajuda: -Ah! AMOR, estou tão triste… prefiro ficar sozinha!
A INDIFERENÇA nem sequer respondeu ao seu pedido de socorro.
Foi então que passou um velhinho e a socorreu: -Sobe, AMOR, eu levo você. O Amor ficou tão feliz e aliviado que até se esqueceu de perguntar o nome do seu benfeitor.
Chegando ao alto de um morro, onde estavam os sentimentos que se haviam salvado, ele perguntou à SABEDORIA: -Quem é aquele velhinho que me salvou?
Ela respondeu: -O TEMPO. Somente o TEMPO é capaz de dar valor a um grande AMOR.